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AsBEA-PR participa de Convenção Nacional de Arquitetura | Asbea
Entre os dias 7 e 9 de junho, Fortaleza foi sede da Convenção Nacional da AsBEA. O evento reuniu dezenas de profissionais da arquitetura de todo o País, entre eles uma comitiva da AsBEA Paraná. Estiveram presentes o presidente, Keiro Yamawaki; a vice-presidente Administrativo Financeiro, Cristiane Lacerda; a diretora de Grupos de Trabalho, Fabiane Azevedo; o conselheiro fiscal, Leonardo Hauer; e o associado, Luiz Henrique Pinto Dias.

 

Confira a seguir os depoimentos de cada um dos participantes.
KEIRO YAMAWAKI O presidente da AsBEA-PR, Keiro Yamawaki, foi ao evento e novamente se surpreendeu positivamente com tudo o que viu por lá. O principal alerta, de acordo com o arquiteto, é a velocidade em que os avanços tecnológicos acontecem. “Vivemos numa época de muitas informações, que estão fáceis na internet e não estamos sabendo como analisá-las e usá-las a nosso favor”.
Ele destaca a palestra da empresa Neoway, ministrada por Cristina Delle Penna, em que foram apresentados os resultados das análises que fazem sobre o Big Data. “Sabe-se tudo sobre as pessoas, se tivéssemos mais informações sobre nossos clientes, nos tornaríamos mais efetivos e assertivos”, considera.
Keiro acredita que a arquitetura vai passar por uma evolução muito grande na forma de projetar, tudo será mais visualizável e mais on time.A exemplo das mudanças de sistemas estruturais de um projeto que podem ser simulados rapidamente e seus custos serão atualizados na hora, o que impulsiona para que as definições dos projetos sejam muito mais rápidas.CRISTIANE LACERDA
De acordo com Cristiane Lacerda, o evento foi bem organizado e apresentou temas extremamente relevantes ao futuro profissional dos arquitetos, que induziram a questionamentos e reflexões sobre novas maneiras de desenvolver negócios. “Com base em todo o conteúdo apresentado, concluí que principalmente os escritórios comandados por arquitetos da geração X, como é o meu caso, terão que se reinventar, caso contrário, ficaremos para trás no curso da revolução digital. E não estou falando de ferramentas, vejo que a principal questão é conceitual, temos que entender esse novo mundo, as necessidades e os anseios dos nossos “consumidores”, ressalta.
A vice-presidente comenta ainda que as previsões sobre o crescimento dos centros urbanos e o aumento da expectativa de vida para 200 anos, também os levaram a refletir sobre como planejar as cidades do futuro.
FABIANE AZEVEDO
A diretora de Grupos de Trabalho, Fabiane Azevedo, voltou com vontade de seguir o fluxo das novas tecnologias.
“O evento foi muito bacana em termos de conteúdo e interação com outros profissionais, outras regionais. O principal gatilho foi que: o futuro é agora, e nós estamos extremamente atrasados. Falar de BIM, por exemplo, não é algo novo mais, existem várias outras ferramentas e processos acontecendo”, argumenta.
Para ela, a arquitetura precisa ir em busca dos avanços e realmente pensar em inovação. Fabiane comenta que todos os palestrantes falaram de inovação, tecnologia, e mostraram o futuro, o uso das máquinas como fator para agregar ao homem, não o substituir.
“A ideia da tecnologia é que o homem tenha tempo para voltar a pensar nas questões humanas, a ter mais tempo para a criação que é o que o arquiteto sofre muito atualmente para conseguir”, reforça.
LEONARDO HAUER
Pela primeira vez na Convenção, o conselheiro fiscal, Leonardo Hauer, voltou com a certeza de que comodismo é algo que deve ficar longe da rotina do arquiteto. Por outro lado, as novas tecnologias devem fazer cada vez mais parte do processo, bem como a atualização constante dos profissionais.
“Pude observar que muitos dos problemas que nos atingem no Paraná são comuns em outras regionais, como a falta de envolvimento da classe, dos profissionais. Nota-se que realmente são problemas de difícil solução e que o trabalho nacional em conjunto pode ser a melhor maneira de evoluir”, resume.
O assunto que mais chamou a atenção do arquiteto foi o banco de dados que uma empresa palestrante consegue fornecer para os seus clientes sobre público-alvo de pessoas físicas ou jurídicas.
LUIS HENRIQUE PINTO DIAS
O arquiteto associado, Luiz Henrique, também esteve pela primeira vez na Convenção e ressaltou o nível dos palestrantes nas áreas de mídia, tendências e tecnologias, que reafirmaram o tema do evento “Novas Conexões”, além da convivência e interação com outros arquitetos do Brasil que foi enriquecedora.
“As palestras navegavam pelo mesmo assunto: a disruptura no cotidiano da humanidade causada pela influência da tecnologia. Assim como a revolução industrial causou uma disruptura, mudando completamente os hábitos e estilo de vida do mundo no século 20. Neste século, a tecnologia está alterando nosso cotidiano em velocidade como nunca aconteceu antes”, afirma.
O evento mostrou que com a internet e a Big Data, tudo estará conectado: pessoas, carros, equipamentos, casas, etc. Boa parte das tarefas diárias e simples serão executadas por robôs virtuais e mecânicos. Profissões irão desaparecer. Outras substituídas pela IA. “No caso dos arquitetos, as construções serão automatizadas. O desenvolvimento de projetos será parcialmente automatizado, ficando o papel do arquiteto a parte criativa e psicológica do planejamento”, pontua.
Tudo isso demonstra que a inteligência artificial estará cada vez mais presente e interagir com robôs será cotidiano.
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